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Os Negócios de Meu Pai

by Evangeslista Reinhard Bonnke / CfaN Latin America / Estudos Bíblicos
Bonnke e Kolenda

O que Moisés fez mudou o mundo para sempre, apesar de todas as suas faltas. Isto foi espantoso. Ele serviu a Deus de várias maneiras; talvez porque ninguém mais estava disponível. Além de libertar escravos, ele era, por exemplo, o primeiro a demonstrar o poder do nome do Senhor. Moisés defraldou uma bandeira adornada com o Nome, a logomarca do céu. O chamado profético de Moisés é o chamado de cada crente nascido de novo hoje. Ele também provou que o Senhor é o amigo, defensor do oprimido e inimigo dos tiranos. Hoje, nos levantamos como sucessores de Moisés e somos mandados ao mundo para provar a mesma coisa.

Quando os crentes são negligentes sobre evangelismo, geralmente é porque eles não pensam que isto é muito importante, ou que eles não dão “pra isto.” Eles falam que Deus é Todo Poderoso e pode fazer tudo sozinho. Particularmente Ele não precisa de nós. Podemos achar difícil de acreditar nisto, mas não é assim que Deus quer que as coisas funcionem. Ele nos criou para sermos suas mãos na terra. Deus está trabalhando, como dissemos, mas deixa isto inteiramente conosco para pregar o evangelho ao mundo. Se falharmos em fazê-lo, Ele não tem “Plano B”. Isto é conosco.

O Criador determinou a ordem das coisas e nos colocou aqui para sermos instrumentos através dos quais seus planos se realizam. Se o trabalho está para ser feito, ele será feito conosco ou não vai ser realizado de jeito nenhum. Existe uma razão para isto. Deus tem alegria especial quando um ímpio se volta para Ele e, como Ele nos ama, Seu objetivo é nos abençoar com o mesmo nível de divina alegria. O convite feito aos servos na parábola dos “talentos” é estendida a nós também: “Entra no gozo do teu senhor!” (Mat. 25:21,23). O Senhor quer que tenhamos êxito e desfrutemos disto .

Um amigo me contou que quando ele tinha quatro anos de idade, seu pai, que era carpinteiro, usava um carrinho de mão com duas rodas para carregar madeira e ferramentas. Algumas vezes ele levava o pequeno garoto com ele no carrinho. Um dia, meu amigo quis ajudar a empurrar o carrinho. Então, quando estavam quase chegando ao destino, seu pai o colocou no chão, colocou suas mãozinhas no carrinho e disse que ele poderia ajudar a empurrar. As pessoas na casa os viram chegando e Papai orgulhosamente lhes contou como seu filhinho havia “ajudado”. Agora, o menino de quatro anos de idade não caminha muito rápido e certamente não tem mais a força para empurrar um carrinho cheio de madeira pesada. Papai poderia ter feito melhor e mais rápido sem o seu filho. Contudo, há um principio ai; para o pai do meu amigo, a satisfação de ver a alegria de seu filho era mais importante do que a rapidez.

O Todo Poderoso, nosso Pai, quer nossas mãos no carrinho. Moisés não poderia criar as pragas do Egito, mas ele as chamou à existência. Ele não tinha poder sobre os ventos e água, mas o mar se partiu ao seu comando. Como um homem em si mesmo, Moisés definitivamente não poderia derrotar uma brigada militar Egípcia, mas com Deus ele fez exatamente isto. Era uma grande mudança para um pastor. “A Salvação vem do Senhor” ( Jonas 2:9), mas o Senhor nunca age sozinho. Ele escolhe voluntários para trabalhar com Ele. Deus somente salva àqueles que sabem que Ele salva, mas ninguém sabe disto a menos que nós contemos a eles (Rom. 10:14). Nós fazemos o que está ao nosso alcance e Ele fará o que não podemos fazer. Nós fazemos o possível e Ele faz o impossível.

Autorizado a Agir
Vamos olhar novamente para o servo de Deus, Moisés, o grande exemplo Bíblico. Ele era o homem mais humilde da terra, mas claramente não era o mais corajoso. Ele não tinha nenhum exército para incentivar seu senso de poder. Israel continuava sendo somente uma tribo sem significância. Moisés tomou ainda a inteira força escrava de Faraó e seu gado, debaixo do seu próprio nariz, “nem uma unha ficará para trás” (Ex. 10:26). Juntando forças com um Deus como aquele, Moisés demonstrou destemida audácia e liderou. Deus tirou dele o coração de um coelho e no lugar, lhe deu o coração de um leão.

Moisés fez o que fez com espetacular segurança e habilidade. Ele caminhou diretamente do campo de ovelhas para a sala do trono de Faraó, com seu cajado ainda em sua mão e vestindo seu manchado casaco de pastor. Ele passou por um portão guardado, um após outro e toda uma série de ornamentadas portas do palácio até alcançar a resplandecente, esplendorosa presença de Faraó. Este era ninguém a quem Deus transformou em alguém com peremptória e intransigente mensagem: “Deixa meu povo ir!” Faraó e sua corte encararam aquele homem atrevido que claramente não era um diplomata. Eu imagino que eles riram. Mas Deus estava na guerra e o mais poderoso governador na terra não teria chance contra Moisés e Deus.

O Deus da libertação mandou Moisés e agora nos manda com a mesma mensagem: “Deixa meu povo ir!” Nosso testemunho e evangelismo são esforços que o mundo despreza e finge ignorar, mas nós temos o apoio de Deus. Paulo disse que ele era “como desconhecido e, entretanto, bem conhecido”(II Cor. 6:9). Ele nunca se escondeu envergonhado em torno daquilo que ele defendia, então ele poderia dizer ao rei Agripa, que nada do que ele tinha passado tinha “sido feito às ocultas”(Atos 26:26). Nossa posição por Deus é conhecida e é uma pulga na orelha do mundo que tenta não perceber mas o faz.

A Rainha da Inglaterra não outorgou nenhum título de nobreza a Wesley, Whitfield ou a qualquer famoso evangelista, mas eles chamaram a atenção de alguém muito mais importante, do próprio Senhor. Alguém um dia telefonou para a igreja nos Estados Unidos, o qual foi atendido pelo Presidente, e perguntou se ele poderia estar lá naquela manhã. A resposta foi que não sabiam se o Presidente estaria lá, mas eles esperavam por Deus, cujo chamado seria considerado de muito maior importância.

Negócios do meu Pai Parte III – Involva-se – Salve o Mundo!
Podemos nos encorajar ainda mais com Moisés que foi o primeiro agente de libertação. Ele se sentiu totalmente inadequado. Os líderes de Israel não o ouviam, assim pensava ele. Na verdade, porque deveriam? Para eles, Moisés parecia um desconhecido de oitenta anos de idade,sofrendo de loucas alucinações próprias da idade, que Deus mandou para desafiar todo o Egito e tomar de Faraó toda a força escrava para uma terra que manava leite e mel. O Deus que o mandou não era um Deus que eles conheciam; não era um deus que eles conheciam e certamente não era nenhum dos deuses populares do Egito.

Ainda, o Senhor equipou Moisés com evidências convincentes. Ele superou suas dúvidas e cada escravo Hebreu o seguiu para fora do Egito. Eles eram somente meio civilizados. Na verdade, eles eram turbulentos e idólatras, e eram agitados por caráteres hostis. Eles também foram ingratos pela preocupação de Moisés, e até mesmo se ressentiram dele por arrancá-los e arrastá-los para fora do Egito com suas vagas promessas. Tragicamente para eles, Deus ouviu suas criticas e deu a eles o que realmente não tinham problema para crer, que foi o fato de nunca verem Canaã. Todos morreram nas suas fronteiras. Foi a próxima geração que marchou para dentro com gritos de vitória.

Hoje, Deus nos manda ir, assim como fez com Moisés, para libertar os cativos do demônio e mudar o mundo. Podemos nos sentir inferiores e perguntar: “Quem somos nós?” Que qualificações nós temos? Bem, Moisés não tinha nenhuma e fez exatamente a mesma pergunta: “Quem sou eu?” Deus respondeu que o que contava não era o que Moisés era, mas sim quem Ele era e Ele estaria lá (Êxodo 3:11-12). Podemos ser indistingüíveis e conhecidos como somente “aquele povo da igreja”! Televisão se diverte conosco em programas de comédia onde somos representados como zelosos “empurradores de religião” e os jornais não tem tinta para gastar sobre os negócios da igreja. Criminosos são noticia, mas não quando eles se tornam Cristãos. Mas o que isto importa? Deus não assiste a televisão e não lê jornais.

A igreja é o Moisés de Deus hoje. Ela é equipada e dada credenciais pelo Espírito Santo, e mandada a mudar o mundo e seus caminhos. Deus enviou profetas como Isaías a um povo que Ele sabia que não o escutaria. Podemos algumas vezes nos sentir com Isaías, falando a um povo indesejoso de ouvir. Contudo, este é o dia do Espírito Santo. Saímos sob o comando de Deus e temos alegria de ver os pecadores se arrependendo. O sangue dos outros não estará sobre as nossas cabeças. Faça o que Deus diz e Ele faz o que dizemos. Quando Deus diz: vá, Ele nos dá poder. Aqueles que recusam a Palavra vão terminar como papeis de um desenhista, amassados e jogados ao chão.

Celebrando a Grande Vitória
Na visão de João, descrita em Apocalipse, ele viu uma porta aberta no céu e cenas de uma glória sem igual. No capítulo 4, ele fala que vinte e quatro “anciãos”, seres de desconhecido esplendor, sentados sobre seus espantosos tronos. Se juntaram a eles quatro “criaturas viventes”, grande espíritos mortais, trazidos de longe-fora de dimensões do mundo angelical. Todos eles adoravam a Deus. Primeiro eles O adoraram como Criador: “ Tu és digno, Senhor e Deus, de receber glória e honra e poder, porque todas as coisas nú criastes, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas” (Apocalípse 4:11). Depois, no capítulo5, João viu este deslumbrante coro composto por infinita multidões: “ Depois eu olhei e ouvi voz de muitos anjos, numerados em milhares de milhares, e dez mil vezes dez mil. Eles circundaram o trono e as criaturas viventes e os anciãos, em alta voz cantavam, “ Digno é o cordeiro que foi morto.” Depois ouvi cada criatura no céu, na terra e debaixo da terra e no mar, e tudo que neles há, cantando:”Ao que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor e a honra e a glória e o domínio, para sempre e sempre!” (Apocalípse 5:11-13). A adoração ao Criador se tornou adoração ao Cordeiro, o Libertador, quem nos redimiu quando éramos escravos do pecado. Ele pagou nosso resgate ao preço de seu próprio sangue derramado.

Aquela cena de louvor está lá para mexer conosco e nos encorajar. Eles mostram o que é o verdadeiro final, uma prévia do que nosso testemunho vai produzir. A multidão dos redimidos nas ruas da Cidade de Deus, enquanto anjos estaõ em pé ao lado. Você e eu estaremos lá, se seguirmos o Cordeiro. Estaremos na mesma multidão que João viu, quem estavam de pé com Pedro que pregou o primeiro sermão do evangelho no dia de Pentecostes. Havia também Felipe, o primeiro a atravessar o território Gentio para pregar a Jesus e Paulo o apóstolo, Lutero, Wesley, missionários, evangelistas, pastores, acadêmicos, mães, pais, compositores de música, e todos que sempre contaram a história de Jesus e Seu amor. Esses são dignos. Eles são heróis de Deus com suas vozes juntas como musica de muitas águas e rios de esperança. Ninguém pode ser esquecido. Trabalho de amor nunca é em vão. Trabalho de amor nunca é perdido. O paraíso é recuperado. Alegria é como ondas do oceano. Grandiosas cadências ecoam por uma vasta arquitetura celestial e ao limite máximo da criação. Coros, orquestras e poderosos órgãos; todos se regozijando no Cordeiro que é o Salvador e Libertador!

O Cordeiro disse: “ Sigam-me e vos farei pescadores de homens” (Mateus 4:19). Se nossa estrada não converge à Sua estrada, ele leva a lugar algum.

Salvação é do Senhor e Ele nos chama para nos envolvermos na salvação do mundo e compartilhar Sua alegria com o sucesso dos Seus planos: “ Venha e compartilhe sua maior felicidade!” Eu não posso pensar em nada maior que eu poderia mandá-lo fazer, e não há privilegio que ultrapasse isso.

Autorizado a Agir
Vamos olhar novamente para o servo de Deus, Moisés, o grande exemplo Bíblico. Ele era o homem mais humilde da terra, mas claramente não era o mais corajoso. Ele não tinha nenhum exército para incentivar seu senso de poder. Israel continuava sendo somente uma tribo sem significância. Moisés tomou ainda a inteira força escrava de Faraó e seu gado, debaixo do seu próprio nariz, “nem uma unha ficará para trás” (Ex. 10:26). Juntando forças com um Deus como aquele, Moisés demonstrou destemida audácia e liderou. Deus tirou dele o coração de um coelho e no lugar, lhe deu o coração de um leão.

Moisés fez o que fez com espetacular segurança e habilidade. Ele caminhou diretamente do campo de ovelhas para a sala do trono de Faraó, com seu cajado ainda em sua mão e vestindo seu manchado casaco de pastor. Ele passou por um portão guardado, um após outro e toda uma série de ornamentadas portas do palácio até alcançar a resplandecente, esplendorosa presença de Faraó. Este era ninguém a quem Deus transformou em alguém com peremptória e intransigente mensagem: “Deixa meu povo ir!” Faraó e sua corte encararam aquele homem atrevido que claramente não era um diplomata. Eu imagino que eles riram. Mas Deus estava na guerra e o mais poderoso governador na terra não teria chance contra Moisés e Deus.

O Deus da libertação mandou Moisés e agora nos manda com a mesma mensagem: “Deixa meu povo ir!” Nosso testemunho e evangelismo são esforços que o mundo despreza e finge ignorar, mas nós temos o apoio de Deus. Paulo disse que ele era “como desconhecido e, entretanto, bem conhecido”(II Cor. 6:9). Ele nunca se escondeu envergonhado em torno daquilo que ele defendia, então ele poderia dizer ao rei Agripa, que nada do que ele tinha passado tinha “sido feito às ocultas”(Atos 26:26). Nossa posição por Deus é conhecida e é uma pulga na orelha do mundo que tenta não perceber mas o faz.

A Rainha da Inglaterra não outorgou nenhum título de nobreza a Wesley, Whitfield ou a qualquer famoso evangelista, mas eles chamaram a atenção de alguém muito mais importante, do próprio Senhor. Alguém um dia telefonou para a igreja nos Estados Unidos, o qual foi atendido pelo Presidente, e perguntou se ele poderia estar lá naquela manhã. A resposta foi que não sabiam se o Presidente estaria lá, mas eles esperavam por Deus, cujo chamado seria considerado de muito maior importância.

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