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Sobrevivendo ao Seu Deserto

by Evangeslista Daniel Kolenda / CfaN Latin America / Estudos Bíblicos
Bonnke e Kolenda

Dica de Sobrevivência 1: “Não Entre em Pânico”

Sobreviver a um deserto físico exige mais do que habilidades para construir um abrigo, fazer uma fogueira, e purificar água. Isso vai exigir uma certa psicologia, uma capacidade de manter o foco, uma vontade de viver que supera o medo e o estresse associados à crise. Na verdade, algumas pessoas que possuíam habilidades vieram a morrer quando se viram presas em um deserto físico, porque lhes faltou a vontade, enquanto outras que não tinham a habilidade, mas que tinham a vontade, encontraram uma maneira de sobreviver.

Quando nos vemos em um deserto espiritual, muitas vezes nossa tendência é deixar nossa imaginação correr solta. “Será que eu vou conseguir?” “Por que isso está acontecendo comigo?” “Eu não me sinto pronto para isso.” “Será que Deus não está vendo o que estou passando?” “Deus está zangado comigo?” “Será que Ele está me punindo?” “Será que Ele existe mesmo?” Embora seja natural fazermos perguntas como estas, ficar obcecado por elas acaba com a nossa vontade de confiar em Deus. E uma vez que essas questões estão intimamente relacionadas com a própria natureza de Deus, as respostas para elas devem ter um tom bíblico. É por isso que nosso estudo começa por aqui. No deserto, perspectiva faz toda a diferença.

Então, se você se encontra em um deserto, não entre em pânico. Respire fundo. Separe um momento para se lembrar quem é Deus, quem você é em Cristo, e o que a Bíblia diz sobre a Sua fidelidade durante os tempos difíceis.

O medo faz você suscetível às mentiras do inimigo. Ele vai mentir a respeito da fidelidade de Deus e do Seu amor por você. Ele vai mentir até mesmo sobre a existência de Deus, ou do quão valioso você é para Ele. Seu alvo com essas mentiras é minar o seu vigor espiritual. Mas é exatamente aqui que a “vontade de viver” deve aumentar – a vontade de viver no Espírito, enquanto você passa por regiões desérticas.

Para os filhos de Deus que estão no deserto, a “vontade de viver” não se refere simplesmente a um desejo de sobreviver. Antes trata-se de uma determinação sincera de crer em Deus. Durante o tempo de seca espiritual você deve determinar – às vezes contra todas as circunstâncias, emoções e até mesmo do conselho de amigos – que Deus é real. Ele é bom. Ele é fiel e, com Ele, você vai conseguir chegar do outro lado. Não deixe que o inimigo ou as circunstâncias definam quem é Deus para você. Não se permita acreditar em nada que não seja a Palavra de Deus. Determine em seu coração fazer como Davi fez durante um deserto espiritual: “Firme está o meu coração, ó Deus, o meu coração está firme” (Sl 57.7).

Uma das coisas mais importantes que você deve entender é que, mesmo quando parece que tudo ao seu redor esteja fora de controle, não há nada que aconteça em sua vida que, em última análise, não esteja debaixo da supervisão de Deus. Tudo em sua vida é, de alguma forma, “filtrado” pelo Pai. Ele te ama profundamente e está olhando por você, e não permitirá que nada venha a separá-lo d’Ele.

“Pois estou convencido de que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 8.38-39 – NVI).

Permita que o invencível amor de Deus expulse para longe todo o seu medo.

“Não só isso, mas também nos gloriamos nas tribulações, porque sabemos que a tribulação produz perseverança; a perseverança, um caráter aprovado; e o caráter aprovado, esperança. E a esperança não nos decepciona, porque Deus derramou seu amor em nossos corações, por meio do Espírito Santo que ele nos concedeu” (Rm 5.3-5).

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